Fernando Poletti é escultor, ceramista, ilustrador e pintor argentino nascido em 1984. Possui experiência de uma década na confecção de esculturas e tem formação superior pela Escuela Municipal de Cerámica de Avellaneda [Buenos Aires]. Trabalhou em grandes ateliês da capital argentina e atuou na restauração do Museo del Bicentenário, na Casa Rosada, sede nacional do governo.

 

Entre 2012 e 2014, o artista viajou pela América Latina buscando conhecer seus povos, ilustrando seus traços, ministrando oficinas de escultura e pintando murais. No Brasil, ministrou aulas de escultura em Florianópolis [SC], Curitiba [PR], Ubatuba [SP], Angra dos Reis [RJ] e atualmente ministra cursos de escultura cerâmica em Belo Horizonte [MG], onde reside desde 2014.

 

Em Belo Horizonte, Fernando já ofereceu oficinas na Escola Ceramicando Arte da Terra, no Habilis Atelier e no Dom Atelier de Arte. Em 2015, ministrou cursos de introdução à escultura cerâmica na Escola Guignard [UEMG], no Atelier Zema, para a comunidade rural de Conceição do Mato Dentro [MG] e também ofereceu oficinas de produção de fornos artesanais para cerâmica.​

Em 2016, Fernando produziu um monumento em tamanho natural em homenagem ao violonista capixaba Maurício de Oliveira. O trabalho foi fruto de um edital público da Prefeitura Municipal de Vitória, no Espírito Santo, no sudeste do Brasil.

CURRÍCULO |

Fernando Poletti tem formação superior pela Escuela Municipal de Cerámica de Avellaneda [Buenos Aires], onde realizou estudos sobre anatomia humana, músculos e ossos, modelagem e desenho, além de estudos com modelos-vivos. O artista é especializado na modelagem de diversos tipos de figuras, em tamanho real, grandes, médias e pequenas escalas, com vários materiais. Trabalha há mais de uma década com a modelagem de figuras e há cerca de seis anos com esculturas de resina poliéster, poliuretano, isopor, telgopor, gesso e cimento e ainda com modelos tridimensionais e bidimensionais.

 

Participou de cursos na Escuela Taller del Casco Histórico de la Ciudad de Buenos Aires e de oficinas de gesso com foco em molduras e ornamentos ministradas pelo mestre Cejas; oficinas de modelagem e de reproduções em gesso e cimento; workshops de modelaggem de ornamentos antigos [século XX] e molde de peças com o mestre Xavier Fontendla; de oficinas práticas de alvenaria, dentre outras atividades. Trabalhou na restauração dos porões da antiga Aduana Taylor, que tornou-se o Museo del Bicentenario - localizado nos fundos da da Casa Rosada, sede da Presidência da República Argentina, na capital do país, Buenos Aires. Além disso, atuou na produção de ornamentos da fachada deste prédio que compuseram uma maquete de 3,5m x 1,3m, utilizada em projetos para restauração do edifício.

 

Fernando José Poletti atuou no Taller de Arte Villalba [www.artevillalba.com], coordenado pelo artista Gerónimo Villalba; e no Estudio Pugliese, do renomado artista argentino Fernando Pugliese [www.estudiopugliese.com.ar].

                                                 

 

 

 

Entre 2012 e 2014, Fernando Poletti viajou por oito países da América Latina, retratando os traços e costumes de seus povos e ofertando workshops de escultura. Ele já passou por países como Bolívia, Peru, Equador, Colômbia, Venezuela, Uruguai, Brasil [vários estados do sul do país] e atualmente reside em Belo Horizonte [MG], onde ministra cursos e oficinas de escultura cerâmica e atua na montagem de exposições de arte e também na pintura de murais de grande porte. Participou da montagem da mostra 'Objetos do Mundo', realizada pelo Instituto Inhotim de Arte Contemporânea no Palácio das Artes; da exposição da fotógrafa suíça Claudia Andujar, também no Inhotim; da exposição  ‘Afetividades Eletivas’, que ficou em cartaz na Galeria de Arte do Minas Tênis Clube I, dentre outras. Na exposição ‘Objetos do Mundo’, Fernando Poletti foi convidado para realizar a pintura de um mural de 11 metros, criado pela artista contemporânea Rivane Neuenschwander.

 

Em outubro de 2014, Fernando integrou a equipe de produção do documentário ‘Sertão como se Fala’, que percorreu sete estados do Nordeste brasileiro para registrar histórias de pessoas que aprenderam a ler [o mundo] com o alfabeto do sertanejo. Ele ilustrou os traços e características dos povos e localidades desta região do Brasil. O abc do sertão considera os sons das letras e não seus nomes, como faz o convencional, em português. Nove letras têm sons distintos do alfabeto ‘do sul’. São elas: ê [E]; fê [F]; guê [G]; jí [J]; lê [L]; mê [M]; nê [N]; rê [R]; sí [S]. Canais com mais informações sobre o projeto: facebook.com/sertaocomosefala sertaocomosefala.wordpress.com  instagram.com/sertaocomosefala |

 

Fernando realizou a confecção de moldes para cerâmica de gesso, de dois e três partes [taceles] e de moldes de gesso para monumentos dedicados ao ex-presidente argentino Nestor Kirchner que superam o tamanho real.

 

Trabalhou com manipulação, corte e instalação de distintos tipos de vidro durante cinco anos, em variados suportes como madeira, ferro, alumínio e molduras.

 

Também tem experiência como joalheiro, na produção de cobre esmaltado (confecção de jóias e bijouterias de cobre com vidro, o qual sofre um processo de cozimento quando forneado a 800º C); no calado de lâminas de cobre, alpaca e bronze; na soldagem de prata; em procesos de polimento.

 

Fernando também maneja ferramentas e máquinas como: serra circular, amoladora, furadeira, serra tico-tico elétrica, lixadeiras elétricas, grampeador pneumático, taladrodremel [furadeira de precisão], soplete de joalheiro [ferramenta para fundição de peças], soldadora elétrica, serra de calar metal e madeira [utilizada em trabalhos de joalheria].

OUTRAS EXPERIÊNCIAS |

 

Rua Antônio Torres, 81, Sagrada Família | Belo Horizonte  |  Brasil  |  fernando.esculturas@gmail.com  |  + 55 31 9 7356 4023   

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